(Cada uma que me aparece…) Primeiramente leia essa “super reportagem” extamemente útil da queridíssima Folha http://www.folha.com.br/po856996
Alô Folha! Vocês não tem nada melhor pra publicar não? E qual é o problema com a retirada de simbolos religiosos do gabinete de um servidor público? O Estado não é laico? Qual é a relevância dessa materia? Tentar uma cruzada contra a Dilma por que ela é do PT útilizando-se de argumentos imbecis para causar antipatia na parte cristã da população? Estamos em 2011. 2011! E ainda tem gente nesse mundo com o mesmo pensamento da Idade Média.
Concordo com a retirada de simbolos religiosos de locais públicos. Dessa forma, o Estado não faria distinção entre cristãos, judeus, muçulmanos, budistas e outras religiões diferentes, cada qual com seus próprios símbolos e simbolismos. Isso não necessariamente reflete a crença (ou não) de uma pessoa. Como o cargo de Presidente é de certa forma uma entidade que deve zelar por todos de forma igualitária, a retirada destes simbolos não deveria nem sequer ser digno de nota. A retirada de tais simbolos ou não, diz respeito única e exclusivamente à vontade de cada um.
Se eu fosse, por exemplo, judeu e fosse a um tribunal ou a qualquer tipo de serviço oferecido pelo Estado e me deparasse com um crucifixo, e não a estrela de 6 pontas, eu ficaria de certa forma ofendido. E eu? Minha religião não é boa o suficiente?
Ou que todas as crenças sejam contempladas de forma igual ou não se contemple nenhuma por uma questão de bom tom.
Ok! Ok! A Brasil é um país de maioria cristã, eu sei. Mas ai é que está o ponto. Maioria, e não totalidade.
Devemos respeitar a individualidade das pessoas sejam elas cristãs, judias, muçulmanas ou atéias.